No Sul de Minas, em plena Serra da Mantiqueira, a 1.050 metros de altitude, existem paisagens inspiradoras, recantos aconchegantes, modo de vida tranqüilo e perfeito para o ecoturismo. Esse lugar se chama Aiuruoca. Matas, inúmeros córregos, dezenas de cachoeiras, a surpreendente reserva ecológica do Vale do Matutu, picos, a Serra do Papagaio, com seus 2.293 metros acima do nível do mar, fazem de Aiuruoca um lugar muito especial.

Aiuruoca é um lugar tão privilegiado que o visitante pode usufruir atividades do turismo rural, ecológico, esportivo, de saúde, e também do turismo cultural. Seu acervo arquitetônico urbano e rural, as festas religiosas, as manifestações populares revelam as tradições e as histórias dessa secular comunidade. A cidade também possui larga experiência na comercialização de leite e na fabricação de queijos. 

Texto: Site www.descubraminas.com.br

Como chegamos

Pegamos a Rodovia Presidente Dutra (você também pode sair de São Paulo pela Airton Senna e Carvalho Pinto) até a entrada para a cidade de Cruzeiro (135 km de Sampa). Após passar por Cruzeiro, continuamos subindo sentido Caxambu e Baependi, passando por Passa Quatro e Pouso Alto. Logo após Baependi (320 km de São Paulo), pegamos a BR 267, sentido Juiz de Fora. Após Baependi, são só 31 km até a entrada de Aiuruoca.....

Voltar ao Topo

Onde ficamos

Ficamos acampados no camping Alquimia . (35) 33441461. O Camping é bem simples, mas também muito agradável e com uma vista maravilhosa. Eles também tem chalés e pousada, mas esta não é a nossa praia....

Voltar ao Topo

O que fizemos

Passeamos pelo vale do Matutu, conhecemos várias cachoeiras da região (vejam as fotos) e fizemos a caminhada para o Retiro dos Pedros, onde se tem uma vista privilegiada: de um lado o Rio de Janeiro e do outro, Minas Gerais. Mas atenção: se sua galera não curte andar (andar muito), não vá para o Retiro dos Pedros.

Na Cachoeira dos Garcias sempre tem uma galera fazendo Rapel.

Voltar ao Topo

Causos inesquecíveis

Aiuruoca é um lugar muito bonito e nos permite boas caminhadas. Nos informaram sobre um certo lugar e que para chegar lá precisava atravessar a balsa. Renato, perguntou: “Cabe o carro também?” e moça gentilmente respondeu: “Não, só vão as pessoas”. E lá fomos nós, ansiosos pela balsa. Que desilusão. A balsa nada mais é do um pedaço de madeira que é puxada por um cabo de aço, mas há um aviso nela “A balsa não é brinquedo, é meio de transporte”. Tudo bem, vamos respeitar o meio de transporte de Aiuruoca e entramos todos na balsa, e escutamos: “Nossa, vai encalhar”. Dito e feito. Encalhamos. Descemos. Todo mundo rindo da nossa cara. Mas vamos lá. Um pouco de cada vez. Fizemos uma força danada puxando o cabo de aço. Várias viagens depois, chegamos no outro lado da margem do rio. Para retornar foi mais fácil: depois de tanto esforço, vergonha e demora, descobrimos que o rio dava no joelho!!! Por isso todo mundo tava rindo da gente. Ô Cambada de mané!!

No outro dia resolvemos fazer algo mais tranqüilo. Fomos ao famoso Retiro dos Pedros. Uma estrada desgraçada de ruim. Tinha lugar que todo mundo descia do carro senão o carro não subia. Mas fomos, corajosos e valentes com os nossos carros 1000. Iniciamos a trilha. Um sol lascado. Uma subida animal. Uma não, várias, ou melhor era tudo subida. Logo no início, pânico. A água acabou. A lembrança da Canastra nos assustou. Vamos em frente, em breve acharemos água. Nada. De repente, a Lídia senta e diz: “Não vou mais”, e se desmancha em lágrimas. Acho que todo mundo queria fazer aquilo. Uns por raiva, outros por cansaço, outros por sede. Enfim, não vamos desistir. E não desistimos. E o pior de tudo: não tinha cachoeira, ou um rio, apenas um brejo, uma nascente. Não interessa, foi lá mesmo que enchemos nossas garrafinhas. Afinal, tinha a volta ainda.

Mas o melhor de tudo foi quando encontramos um senhor que se intitulou  ex-prefeito e nos contou a verdadeira história de Aiuruoca. Segundo ele, quando Deus resolveu colocar Jesus na terra, resolveu colocá-lo dentro da terra para assim aprender a ser sábio. E Deus o enterrou exatamente sob o que hoje é conhecido como Pico do Papagaio, que hoje tem essa forma, pois os alienígenas sabiam da existência de Jesus naquele lugar e tentavam se aproximar, mas as naves batiam na pedra e dessa forma formou-se o Pico do Papagaio. É melhor não discutir.

Voltar ao Topo

Página Inicial

Como chegamos

Onde ficamos

O que fizemos

“Causos” inesquecíveis

Dicas quentes

Fotos

Outros Destinos