Atualmente, o município vem desenvolvendo o ecoturismo como alternativa econômica, uma vez que belos atrativos naturais não lhe faltam.

Por isso, Carrancas é conhecida como Terra das Cachoeiras. E não há nenhum exagero em dizer que o local é um paraíso ecológico. Entre os atrativos mais procurados, estão: Complexo da Zida, Complexo da Ponte, Complexo da Fumaça, Cachoeira do Luciano, Cachoeira das Bicas, Poço da Ponte, Poço do Coração, Gruta da Toca e Gruta da Cortina.

Já na área urbana, o destaque é para a igreja setecentista de Nossa Senhora da Conceição, principal patrimônio histórico-cultural de Carrancas.

Texto: Site www.descubraminas.com.br

Onde ficamos

Em Carrancas, ficamos acampados no camping da Ponte, ou camping do Osvaldo. Grande Osvaldo!!!! É logo na entrada da cidade, vindo de Itutinga. Local agradável e simples. O camping é bem plano, muito espaçoso, mas tem poucas árvores. Também não tinha ponto de luz quando nós fomos. Leve lampião e lanternas, mas fique tranquilo, tem chuveiro quente. É muito bem localizado, pois fica a 2 km do centro e próximo a algumas atrações, como o Poço do Coração. Também tem uma lanchonete, que funciona durante o dia.

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O que fizemos

Pessoal, em Carrancas tem inúmeras Cachoeiras e lugares legais para conhecer. Existe opção de fazer Rapel, Trekking ou simplesmente contemplar a Natureza.

Agora, tem uma coisa, você não pode dizer que foi à Carrancas sem conhecer as imperdíveis: Complexo Zilda, principalmente o escorrega, o poço da Esmeralda, o Poço do Coração e a cachoeira da Fumaça.

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Causos inesquecíveis

Ano Novo. 1º de janeiro. Fomos ao complexo da Zilda, a 16 km da cidade. O lugar é maravilhoso, mas a volta foi tortuosa: o carro não pegava. O motor quase fundiu. Era tudo o que precisávamos. Longe da cidade. Celular não pega. O jeito é ir andando. Depois de algum tempo, conseguimos carona com um pessoal simpático de Belo Horizonte. Chegamos à cidade e fomos procurar o mecânico. O “guincho” era uma caravan, ano mil novecentos e bolinha. Achamos melhor não arriscar. Vamos chamar o seguro. O guincho do seguro chegou, três horas depois, afinal, a cidade mais próxima já era longe e a estrada não ajudava. O caminhão guincho deu medo. Dava na mesma pegar o guincho do mecânico da cidade. Mas vamos lá, a 3ª marcha do caminhão não engatava, o motorista estava de chinelo Havaiana e correndo pra caramba na estradinha sinuosa. Aí o Renato disse: “Não tá um pouco rápido, não?”, e o motorista respondeu: “É que eu não quero pegar a estrada no escuro, sabe né, tô sem farol”. Vixe Maria!!!! Me tira daqui!!!! Tarde demais. Quase chegando ao local, tinha uma ponte: “Peso máximo: 1,5 ton”. IHHH, o caminhão não passa!!. O jeito é empurrar o carro até o caminhão. Não teria problema se o carro não estivesse na descida!!!! Empurrar o carro na subida não é fácil não. Mas conseguimos. Na volta, a cada minuto o Renato olhava para trás para ver se o carro ainda tava lá. Afinal tinha apenas um cabo de aço segurando o carro, o restante estava arrebentado. Dois dias depois o carro estava consertado. Dois dias porque para buscar a peça era preciso ir até Lavras (só tinha um ônibus por dia, um de manhã para ir, e um a tarde para voltar) e o rapaz que foi buscar a peça buscou a peça errada. Fazer o quê? Espera o outro dia e reza para pegar a peça certa. Enquanto isso, caminhávamos a pé e pegando carona.

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